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Avanço da Ortopedia na Medicina Veterinária ajuda na prevenção e no tratamento decães e gatos

Avanço da Ortopedia na Medicina Veterinária ajuda na prevenção e no tratamento de
cães e gatos

Entrevista com Médico Veterinário Rodrigo Luís Morais da Silva

Por Pauline Machado

Muitas das doenças comuns a nós, seres humanos, também afetam a saúde, a mobilidade
e o bem-estar de cães e gatos, como os problemas ortopédicos, por exemplo.
Mas, o que a família, no dia a dia com os pets pode fazer para prevenir que eles venham a
desenvolver algum tipo dificuldade ortopédica?
E, os avanços da Medicina Veterinária, como ajudam na prevenção e no tratamento dessas
doenças?
Para esclarecer essas questões, conversamos com exclusividade com o Médico Veterinário
Rodrigo Luís Morais da Silva
, portador do CRMV/RJ 7219.


Acompanhe!

Médico Veterinário
Rodrigo Luís Morais da Silva


O que podemos compreender como problemas ortopédicos em cães e gatos?


Os problemas ortopédicos em cães e gatos são bem comuns e semelhantes aos dos seres
humanos, como problemas articulares, fraturas, problemas de más formações, de ruptura
de ligamentos, lesões traumáticas, entre outros.


Neste aspecto, quais são as principais doenças ortopédicas que acometem os cães?


Falando de doenças ortopédicas, as mais comuns nos cães são as rupturas de ligamentos
e as luxações. Claro, que, se a gente for pensar em doença como uma fratura, precisamos
entender que uma fratura é um trauma, que a gente tem, muitas vezes por quedas, muitos
atropelamentos, luxações decorrentes de atropelamentos, mas, doenças, em si,
basicamente são as doenças de rupturas dos ligamentos, as doenças metabólicas, que
geram, inclusive, tumores, neoplasias: essas são as mais comuns da rotina, assim como as
luxações que ocorrem por conta de doenças específicas.


E no caso dos gatos?


Os gatos também são predispostos a terem problemas tradicionais como as luxações. Por
serem muito astutos, pulam muito, brincam muito e acabam que, por ventura, tenham algum
tipo de lesão traumática, portanto, luxações, rupturas, fraturas são bem comuns na rotina
dos gatos, também.


Pensando no dia a dia dos tutores com seus animais de estimação, de que modo as famílias podem identificar se seus pets estão desenvolvendo ou já têm algum
problema ortopédico?


O principal problema ortopédico que a gente vê seria a doença articular. É uma doença bem
comum. Eu daria um foco grande para isso, porque é uma doença muito presente nos cães
e nos gatos.

Ainda assim, existe uma máxima de que o animal está velho e deixa de fazer atividade
porque está velho, mas, na verdade, ele deixa de fazer atividade porque tem dor articular.
Então, muitos dos nossos pacientes, cães e gatos, têm problemas articulares de doença,
artrose, que é semelhante à artrose do ser humano, e a gente vê os proprietários fazendo
essa analogia de que o animal está velho e que não quer mais fazer as coisas.


Não, pelo contrário! Na verdade, eles têm muita dor articular e precisam ser tratados.
Quanto antes o animal for avaliado por um Médico Veterinário, melhor você consegue
entender o caso.


Então, aqueles cães e gatos que deixaram de subir e descer escada, de subir no sofá, que
estão escorregando muito, que têm dificuldade para levantar, eles estão mostrando para os
tutores que têm dificuldades e que têm algum quadro de sintomatologia de dor.


Neste sentido, o mais importante a fazer é o tutor compreender o quanto o seu animal
consegue fazer atividade. Por exemplo, é muito comum que os tutores de animais jovens
queiram que eles façam muitos tipos de atividades enquanto eles ainda estão em
crescimento. No entanto, isso não é recomendado. O animal, até um ano, um ano e meio de
idade não deve ter um exercício muito exagerado, porque pode causar problema de
crescimento.


Por outro lado, os animais quando os animais conseguem chegar a uma meia idade para
uma idade mais avançada, eles também vão diminuindo o nível de atividade e muitos
tutores não conseguem entender isso, e continuam mantendo as atividades, enquanto elas
devem ser controladas.


São coisas simples do dia a dia, mas, sempre respeitando o quanto esse animal consegue
fazer atividade mantendo a qualidade de vida sem nenhum tipo de dor ou outras
complicações.


De modo geral, em que casos é preciso intervenção cirúrgica e em quais a
fisioterapia já pode resolver?


As cirurgias são comuns, sim, para determinados casos.
Alguns pacientes precisam ter cirurgias para que seja feito o salvamento daquela
articulação específica, falando de uma doença articular ou uma substituição dessa
articulação por uma prótese, mas, essa não é a maior parte das ocorrências.
A maior parte dos casos são tratamentos conservadores em que a gente maneja a vida do
animal, entra com produtos regeneradores articulares, faz fisioterapia, atividades
moderadas, então, tudo isso melhora muito a qualidade de vida do animal.


Qual é a importância do uso dos protetores pós-cirúrgicos, como os desenvolvidos pela Pet Med, para a recuperação de cães e gatos, seja no pós-cirúrgico, no pós ou durante a fisioterapia ou no dia a dia dos animais?


Os protetores da Pet Med são importantes porque no pós-operatório, ou a gente usa roupa
protetora ou os colares elizabetanos.

Mas, a realidade é que o uso dos colares ainda é muito negligenciado pelos tutores, por se
tratar de uma estrutura não muito amigável ao pet, causando, por consequência, uma
reação aos donos a não usar, e sendo os da Pet Med desenvolvidos com tecido, reduz esse
incômodo aos pets.
Enquanto as roupas, quando são bem feitas, no formato bem feito, como as da Pet Med,
elas dão uma segurança importante para os animais não terem acesso ao local da cirurgia,
impedindo que eles coloquem a boca e tentem tirar os pontos, podendo infectar o local, e
essa segurança é muito importante para a nossa rotina no dia a dia.


E, quais são as possíveis consequências para o pet que apresenta problema ortopédico, mas, que não é tratado? Que tipo de sequelas podem se tornar definitivas para ele?


Quando não se é tratado, o que, consequentemente gera, é uma incapacidade motora de
se levantar, correr, pular, fazer exercício, então, isso é muito importante, que seja
diagnosticado e tratado pelo Médico Veterinário o quanto antes, para que os pacientes
tenham qualidade de vida. Isso é o mais importante!


Como deve ser o dia a dia do pet e sua família para que ambos tenham uma qualidade de vida saudável para lidar com essa situação?


A consciência dos proprietários é o ponto fundamental de qualquer tipo de tratamento.
É o que eu mais enfatizo durante as minhas consultas: orientar os proprietários sobre a
importância de ter consciência.


Eu mostro bem isso para eles, porque os animais são adquiridos ou adotados por um bem
da família, passam a ser filhos, passam a ser um ente querido, mas a gente tem que ter a
consciência do que o pet pode fazer e do que ele não pode fazer. E, até onde a gente, tutor,
estava exagerando em algumas situações.


Logo, os animais que têm problemas ortopédicos precisam ser acompanhados e ser
educados no sentido de que nem tudo eles poderão fazer.


Aquele animal que pode ir na praia, correr e brincar, nadar muito, na verdade, ele deve
continuar fazendo, mas, às vezes, ele tem um problema articular que não gera tanta
qualidade de atividade que vai ter um pós ato pior, então, você deve controlar esse animal.
Ele pode ir à praia? Pode, mas, ele não precisa ficar jogando um côco na água 20 vezes,
ele pode ir uma ou duas vezes na água.


Ele pode correr na areia? Pode. Ele pode dar uma corridinha e voltar, mas, ele não pode
ficar brincando o tempo todo, porque, consequentemente, o dia desse animal não vai ser
bom e os próximos dias serão bastante doloridos para ele, então, tem que existir uma
consciência do tutor com relação a isso.


Nestes casos, qual é o papel do Médico Veterinário na orientação aos tutores, tanto quanto sobre as possíveis consequências no dia a dia do animal, quanto na inclusão
e adaptação do pet em sua nova realidade?

O papel do Médico Veterinário é fundamental nessa e em outras orientações, como nas
consultas pediátricas, sobre o cumprimento das vacinas, sobre essas orientações de que
animal tem uma predisposição a ter um problema articular que tenha um controle por meio
da realização de radiografias, avaliações, uso de produtos, manejo do ambiente desde o
início, tudo isso é muito importante para gerar qualidade de vida ao pet.
É fundamental que o Médico Veterinário, desde o início da vida do animal, das consultas
pediátricas, já oriente os tutores com relação a isso
.


Para finalizar, por favor, comente como está, atualmente, o cenário da Ortopedia na Medicina Veterinária no Brasil. Quais são os avanços já conquistados, o que os Médicos Veterinários terão acesso durante a Ortovet Expert 2022 e como isso se reverte para a prevenção e para o tratamento dos cães e gatos?


É fundamental destacar o papel do Médico Veterinário no atual cenário, pois, hoje, nós
tratamos de filhos, realmente, a gente não trata mais de cães e gatos.


Atrelado a isso, temos a Medicina Veterinária que avançou muito. Todas as clínicas, em
todos os cantos do Brasil, têm muitas especialidades, exames muito avançados como
tomografia, ressonância magnética, tudo isso passou a ser uma rotina dentro da nossa
conduta veterinária.


E é isso que a gente faz nos eventos. Trazemos as novidades do mundo para, no nosso
caso, o meio da ortopedia, para que cada vez mais os veterinários estejam especializados,
estejam com a medicina de ponta realmente acessível para que haja maior qualidade de
serviço e no tratamento dos nossos pacientes.


Essa é a ideia da Ortovet Expert 2022: trazer o que tem de melhor no mundo para o Brasil
mostrando e capacitando ainda mais os Médicos Veterinários que, por algum motivo, não
conseguem sair do Brasil para ampliar a sua qualificação, então, com o evento, estamos
trazendo para o nosso País.

Ortovet Expert 2022
Dias:11, 12 e 13 de julho
Local: Rio de Janeiro
Informações: www.ortovetexpert.com.br

Você sabe quais são os benefícios da castração para cães e gatos?

Você sabe quais são os benefícios da castração para cães e gatos?

Entrevista com Médico Veterinário Rubem Montoni Junior, Sócio-diretor do Provet.

Por Pauline Machado


A castração é uma cirurgia muito importante na vida de cães e gatos, não somente
por ajudar a reduzir a procriação e, consequentemente o número de animais
abandonados nas ruas, quanto para a prevenção de doenças relacionadas ao trato
reprodutor.


No entanto, ainda vemos muitos pais e mães de pets com dúvidas relacionadas à
essa questão.
Por isso, conversamos com o Médico Veterinário Rubem Montoni Junior, Sócio-
diretor do Provet.


Portador do CRMV/SP 5421, Rubem Motoni Junior é formado em Medicina
Veterinária pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ, com
especialização em Patologia clínica pela UNESP e MBA em gestão empresarial e
novos negócios pela Fundação Getúlio Vargas.


Acompanhe a entrevista e entenda porque é importante castrar o seu animal de
estimação!

Pet Med – O que podemos entender sobre castração de cães e gatos?
RMJ – A castração é o processo de esterilização de machos e fêmeas, com a
intenção de prevenir a reprodução desenfreada destes pets e minimizar os riscos
para doenças, garantindo uma melhor qualidade de vida para eles.
Vale ressaltar que o comportamento dos cães e gatos também é afetado após a
castração. Animais castrados tendem a ser mais calmos e caseiros, reduzindo o
hábito de fuga e urinar pelos cantos.


Pet Med – Qual é a idade recomendada para castração das cadelas e dos
machos?

RMJ – O período para a castração é bastante relativo, pois é influenciado pelo
período hormonal que o pet se encontra e também pelo porte.
No entanto, é importante frisar que todos eles podem ser castrados. Em animais
jovens, a castração apresenta uma recuperação rápida e maior benefício para
prevenção de doenças. Para garantir que seu pet seja castrado no melhor período,
consulte um médico veterinário de confiança para a avaliação do estado de saúde
dele.

Pet Med – E no caso dos gatos e das gatas? Quais são as idades
recomendadas para castração a fim de não haver comprometimento do
desenvolvimento dos órgãos?

RMJ – A castração de felinos segue o mesmo raciocínio para cães, podendo ser
feita tanto em machos, quanto em fêmeas e o pet deve ser avaliado pessoalmente
pelo médico veterinário para definir se o pet já está apto a ser castrado.


Pet Med – Por quais motivos é perigoso castrar os animais enquanto ainda são
filhotes?

RMJ – Como a castração afeta os órgãos reprodutivos, é necessário aguardar que o
desenvolvimento do sistema reprodutivo e físico esteja completo.


Pet Med – O ideal é que o pet seja castrado sempre antes de ter o primeiro cio?
Por quais motivos?

RMJ – Atualmente os estudos afirmam que a castração pode ser realizada entre o
primeiro e segundo cio para minimizar o risco de tumores de mamas, pois reduz a
carga hormonal que poderia iniciar alterações celulares.


Pet Med – Por que a castração dos pets é importante não somente para evitar a
procriação, mas também para prevenir doenças?

RMJ – A castração dos pets é importante, pois permite a redução de hormônios
liberados por estes animais e isto evita alterações de órgão reprodutivos e também
celulares.


Pet Med – Que doenças podem ser evitadas aos cães e aos gatos quando
castrados na idade recomendada?

RMJ – A castração em animais jovens reduz os riscos de tumores de mamas e
testículos. Também reduz riscos de doenças infectocontagiosas, que poderiam
contrair em fugas para a rua, uma vez que os pets castrados ficam mais caseiros.


Pet Med – Por favor, cite em torno de 5 outros benefícios da castração para a
saúde e prolongamento da qualidade de vida dos pets.

RMJ – Dentre os benefícios da castração podemos citar:
● redução dos comportamentos indesejados, como agressividades e fuga;
● fim dos períodos de cio das fêmeas;
● previne doenças como pseudociese, que é a gravidez psicológica;
● reduz o risco de doenças zoonóticas, aquelas transmitidas de pets para
humanos;
● previne reproduções indesejadas.


Pet Med – Como deve ser feito o pós-operatório para que seja bem-sucedido e
não haver riscos de ter que fazer outra intervenção cirúrgica, sobretudo nas
fêmeas?

RMJ – Seu pet merece ser tratado com todo carinho e atenção, para isso o pré e o
pós-operatório devem ser realizados com dedicação.

Os exames de sangue e cardiológicos no pré-operatório vão definir se ele está
saudável para receber uma anestesia e passar por este procedimento.
O pós-operatório também exige cuidados. A cicatrização do corte ocorre em até 10
dias e ele deve ser mantido protegido para evitar que o pet fique lambendo a região.
Nos primeiros dias após a castração, o pet deve reduzir esforços para se recuperar
adequadamente, e as medicações prescritas devem ser seguidas, pois promovem
alívio da dor e previnem infecções.


Pet Med – Qual é a importância de fazer uso das roupas pós-cirúrgicas, como
as desenvolvidas pela Pet Med, para a recuperação do pet?

RMJ – As roupas pós cirúrgicas irão prevenir que o pet fique lambendo os pontos e
também promove uma proteção contra sujidades que possam atrapalhar a
cicatrização do corte da castração.
Caso seu pet não se adapte ao uso de roupas, utilize o colar elizabetano que
também evita a lambedura.


Pet Med – O que muda no dia a dia e no comportamento do pet depois que é
castrado?

RMJ – Em um curto período após a castração já será possível perceber que o pet
ficará mais tranquilo. Também é importante acompanhar a alimentação deste pet,
pois animais castrados podem ficar mais comilões, mas isso pode ser ajustado com
a orientação do médico veterinário de confiança.


Por fim, tendo em vista que alguns tutores e protetores procuram pelo local cujo
valor da castração seja o menor, por favor, para finalizar, cite os cuidados que os
tutores devem ter e estar atentos ao procurar um local para castrar seus animais.

RMJ -A castração é um procedimento cirúrgico, por isso, procure lugares de confiança e
que você já conheça.
O local deve ser limpo e controlado para minimizar riscos de infecções e o
profissional deve estar apto a realizar esta cirurgia de forma segura, para garantir
uma plena recuperação de seu pet.

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Roupas Protetoras e Pós-Cirúrgicas: Os benefícios dos tecidos tecnológicos Pet Med

Roupas Protetoras e Pós-Cirúrgicas: Os benefícios dos tecidos tecnológicos Pet Med

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Dezembro verde: por menos abandono de animais

Dezembro verde: por menos abandono de animais

O mês de dezembro chega com aquela sensação de dever cumprido, trazendo com ele, tantas situações e lembranças boas como o verão, as festas de final de ano e o início das férias.

Entretanto, dezembro traz também, um triste dado relacionado aos animais. É justamente nessa época do ano que as pessoas mais abandonam cães e gatos.

Então, neste mês a nossa entrevista é com quem sempre faz as nossas entrevistas, a jornalista e acadêmica de medicina veterinária, Pauline Machado, que também é voluntária na ONG Beco da Esperança, em Curitiba que hoje abriga em torno de 450 a 500 gatos.

Ela fala um pouco sobre a importância da Campanha Dezembro Verde que visa a prevenção e a conscientização das pessoas sobre o tema.

Acompanhe!

PetMed – Qual é a importância da Campanha Dezembro Verde?

Pauline Machado – Apesar de para algumas pessoas o não abandono ser evidente, para muitos, ainda é um hábito natural – infelizmente. A casa não comporta mais o pet, vou me mudar, vou mudar de país, o dia a dia não tem mais tempo para o pet, um filho vem chegando e não posso mais conviver com animais, principalmente com gatos, entre tantas e tantas outras justificativas, torna-se necessária que ainda hoje, em praticamente em pleno 2022, tenhamos que evidenciar que, além de ser crime, o quanto o abandono é um ato cruel, desumano e, sobretudo que deixa rastros nocivos não apenas à saúde dos animais, mas, também à nós humanos. Por todos esses e muitos outros motivos, a campanha Dezembro Verde é fundamental.

PetMed – É possível nos dar uma estimativa de quantos por cento aumentam os números de casos de abandono de animais nesta época do ano?

Pauline Machado – Não tenho esse porcentual específico, mas, o fato é que a conta nunca fecha. Para se ter uma ideia, na ONG em que atuo, comemoramos a adoção de dois gatinhos num dia, mas, logo em seguida, recebemos três ou quatro, muitas vezes no mesmo dia, fora os pedidos de acolhimento que não conseguimos atender. O desequilíbrio é absurdamente alto.

PetMed –  Diante desses números, quais são os maiores desafios para as ONGs que acolhem animais?

Pauline Machado – Embora não tenhamos apoio financeiro de nenhuma instituição e contarmos somente com a ajuda das doações que os seguidores das nossas redes sociais, dos eventos que fazemos e do projeto de apadrinhamento, o maior desafio, pra mim, é ter que dizer não, que não podemos acolher mais por estarmos superlotados. Em abril, na última contagem que fizemos, estávamos com cerca de 360 gatos. Hoje, temos em torno de 450 gatinhos sob os nossos cuidados.

PetMed – Que medidas podem ser adotadas para minimizar o número do abandono e mudar essa realidade?

Pauline Machado – Campanhas atrás de campanhas, eventos informativos, programas ou chamadas na TV, no rádio, nas redes sociais sobre essa questão. É importante dar visibilidade aos danos psicológicos e comportamentais que acometem os animais quando abandonados.

Hoje contamos com a tecnologia e temos que usufruir dessas mídias ao nosso dispor, muitas vezes até de forma gratuita. Acredito que tendo como base a tríade informação + educação + tecnologia, a longo prazo, essa realidade pode começar a mudar efetivamente.

Há muitas matérias sobre pets nos telejornais, mas, pouca informação relevante sobre adoção responsável, o que dá margem ao aumento do número de casos de abandono ou de violência contra cães e gatos, já que essas situações se dão, na maioria das vezes pelo

desconhecimento das pessoas sobre o que comporta o viver com um pet.

É como sempre digo: quanto mais bem informado as pessoas estiverem, mais bem cuidados serão os seus pets.

PetMed – E quanto a prevenção? O que pode ser feito a fim de que haja mais conscientização da população de modo geral?

Pauline Machado – As sugestões que citei acima, associadas à campanhas de castração, eu arriscaria dizer que seria o mundo ideal, pois, se pelo menos as pessoas castrassem os seus animais, não deixassem ter acesso às ruas, procurassem mais informação, não adotassem ou comprassem animais por impulso, ou entendo eles como não descartáveis, já teríamos algumas respostas positivas neste aspecto, embora ainda não fosse o suficiente.

É fundamental haver uma forte e efetiva campanha de conscientização em rede nacional, na mesma proporção da campanha feita para o uso de máscaras, fique em casa e use álcool em gel, agora pela pandemia. É preciso algo de peso, que alcance a grande massa, as classes mais altas e, sobretudo, as pessoas que não têm nem quase como se manter, que dirá condições de manter um animal. Há de haver ainda ações de políticas públicas para que os cães e gatos dessas pessoas possam ser atendidos gratuitamente. A informação tem que chegar a todos, sem distinção.

PetMed – Por fim, diante deste cenário, qual é o papel das ONGs, dos médicos veterinários, do poder público e da sociedade?

Pauline Machado – Das ONGs: acolher os casos mais graves, tratar, ressocializar e doar os animais. Aos futuros adotantes e pessoas de modo geral, orientar sobre a adoção responsável;

Dos médicos veterinários: informar a população que chega até ele em seu consultório sobre o que é adoção ou compra responsável. Explicar que os animais não são descartáveis e mostrar os malefícios do abandono tanto para o animal, quanto para os seres humanos, tendo como base os conceitos de saúde única;

Do poder público: investir em campanhas educativas e informativas, ressaltando que abandonar e/ou maltratar um animal é crime e também, os malefícios do abandono tanto para o animal quanto para a sociedade. Investir em campanhas de conscientização e prevenção em rede nacional.

Da sociedade: usufruir das oportunidades de ter acesso a esse tipo de informação para que seus pets sejam mais bem cuidados e, assim, se poder se tornar um multiplicador desse conhecimento para que chegue cada vez a mais pessoas.

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Cuidado com as plantas tóxicas aos animais

Cuidado com as plantas tóxicas aos animais

Por Pauline Machado

Os dias de outono são muito agradáveis. As casas, os jardins e parques permanecem floridos, e nos dias de sol, cheios de gente fazendo exercícios ou caminhando com seus pets.

É aí que temos que ter atenção, afinal, sabemos que os cães gostam de cheirar os matinhos e acabam por morder as plantinhas, assim como os gatos com as plantas de casa.

Mas, como saber quais plantas podem fazer mal à saúde dos pets?

Para nos orientar sobre essa questão, conversamos com a Médica Veterinária, Carol Machado, portadora do CRMV/RJ 11074, clínica geral, hematologista e coordenadora do setor de Terapia Intensiva da Animália Clínica Veterinária no Rio de Janeiro.

Acompanhe!

Como saber se a planta é tóxica ou não ao pet?

Apenas olhando para a planta não temos como saber se é tóxica ou não. Por isso, não é indicado permitir que seu pet coma nem uma planta durante o passeio ou em casa.

Plantas comuns nos jardins podem ser potencialmente tóxicas, tanto as flores, as folhas ou os seus caules.

O que fazer se o animal comer uma plantinha na rua ou em casa?

É indicado levar ao veterinário para que ele oriente quanto a possíveis alterações de acordo com a planta ingerida. Podem gerar desde alterações gastrointestinais como vômito e diarréia, distúrbios de coagulação e insuficiência renal, entre outras patologias.

E se ele tiver comido sem o tutor tiver visto, como perceber que o cão ou gato comeu uma planta tóxica?

É necessário fazer uma inspeção no ambiente para ver se tem folhas ou flores com partes faltando, e verificar se na parte interna da boca do animal tem resquícios de folhas ou flores ou cheiro de plantas na cavidade oral.

Que dicas poderia dar para evitar que os pets comam as plantinhas de casa ou durante um passeio na rua?

Em casa mantenha as plantas em locais altos e no passeio mantenha seu pet na coleira para que tenha a possibilidade de intervir caso ele queira comer uma plantinha

Para finalizar, por favor, cite cinco plantas tóxicas aos cães, e que comumente façam parte do dia a dia da decoração das casas das pessoas, e explique quais são os malefícios causados aos cães e gatos.

Dama da noite – pode levar a vômitos, diarreia, alterações neurológicas como alucinações.

Lírio – alterações renais agudas graves, salivação, vômitos, dor abdominal. Muito comum nos felinos.

Bico de papagaio – pode causar lesão em mucosa, vômito, prurido no corpo, queimação, edema de lábios e língua

Comigo ninguém pode – irritação de mucosa, edema, cólicas, vômitos, fotofobia e lacrimejamento

Hortência – letargia, sonolência, dor abdominal, vômito, convulsão, coma.

Samambaia – lesão hepática, lesão no intestino, diarreia com sangue, febre, sangramento na urina e emagrecimento.

Por fim, é importante saber que não é normal o seu pet querer comer plantas porque está com cólicas. Ressalto porque esse relato é comum no dia a dia da clínica: “Deixei ele comer para se sentir melhor”.

Os animais não sabem por instinto quais são as plantas que são tóxicas ou não, por isso nunca deixe ele comer nem um tipo de planta nem em casa nem no passeio. Temos plantas que são compradas em pet e cultivadas em casa para esse fim. Consulte seu veterinário para saber qual é a mais recomendada para o seu pet.

Acompanhe mais artigos em nosso Blog e no Instagram.

Cuide da saúde de seu pet

Cuide da saúde de seu pet

Assim como nós, os animais de estimação
também precisam passar por check-ups
periódicos com médico-veterinários
para manter a saúde em dia

Profissionais de suma importância para a saúde e bem-estar de nossos animais de estimação, os veterinários têm um dia especial para celebrar essa profissão: 9 de setembro! E para oferecerem sempre as melhores alternativas de tratamentos para os animais, esses profissionais dedicam suas vidas aos estudos e especializações. E a Associação Brasileira dos Hospitais de Veterinários (ABHV) tem papel importante na constante atualização dos profissionais.

“O papel da ABHV é o de incentivar e viabilizar a educação como ferramenta contínua de aprimoramento para as instituições associadas, utilizando uma comunicação clara e concisa, para que essas se tornem referência em seu campo de atuação”, explica o médico-veterinário João Abel Buck, presidente da ABHV e sócio-proprietário do Hospital Veterinário Santa Inês.“ O objetivo primordial das nossas ações será o de gerar valor e credibilidade para clínicas, centros de diagnóstico e hospitais veterinários perante a sociedade e, consequentemente elevar o nível da medicina veterinária brasileira, o bem-estar dos animais e seus
tutores”, complementa o médico-veterinário João Abel Buck.
A ABHV – que tem parceria com a empresa Pet Med, especializada em roupas pós-cirúrgicas e protetores para os pets – oferece treinamentos e conhecimento compartilhado aos associados.

Outubro Rosa


O câncer de mama em animais é um dos assuntos mais relevantes na medicina veterinária, por isso ele recebe foco total durante o mês de outubro para conscientizar os tutores de pets sobre a importância de prevenir tal doença nas fêmeas.


“A melhor forma de prevenção é através da castração. Segundo o último consenso brasileiro de neoplasias mamárias, foi definido como período ideal para castração o momento entre o primeiro e o segundo
cio”

Dr. Julielton de Souza Barata

alerta o médico-veterinário Julielton de Souza Barata, mestre em Cirurgia Veterinária com ênfase em Cirurgia Oncológica e Reconstrutiva.

O câncer de mama é uma doença extremamente frequente em cadelas e gatas. Quando detectado, o seu principal tratamento é a remoção cirúrgica seguida de, quando necessárias, sessões de quimioterapia. Após a cirurgia, o pet deve usar roupas que protejam a área operada, como as fabricadas pela Pet Med, que possuem tecnologia antimicrobiana física e U.V 50+.
“Para prevenir o surgimento do câncer de mama, recomenda-se que o pet tenha uma alimentação saudável, realize atividades física regularmente, não fique estressado, mantenha-se dentro do peso adequado e seja minimamente exposto a toxinas”, finaliza o médico-veterinário Renato Campello Costa, diretor-técnico
da ABHV.

Entrevista publicada na Revista Go Where, Número 139 – 2021

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