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Por Pauline Machado

Dando continuidade ao tema da campanha Fevereiro Laranja, cujo objetivo é conscientizar a população sobre a leucemia, inclusive nos animais, hoje vamos falar sobre a doença nos cães.

Para tanto, conversamos com o Dr. Paulo Martin, Médico Veterinário Oncologista do Hospital Pet Planet e professor de Oncologia em curso de especialização, que durante a entrevista nos falou sobre o que é leucemia, seus sinais clínicos, tratamentos, entre outros.

Acompanhe!

Dr. Paulo Martin – arquivo pessoal

1 – O que é Leucemia e o que ocasiona no organismo dos cães acometidos por essa doença?

Sua etiologia é desconhecida e existem diferentes tipos de leucemias. Nos cães com leucemia os sinais clínicos são vagos e incluem anorexia, palidez, letargia, dor nas articulações, aumento dos linfonodos, além de aumento do fígado e dos linfonodos e altercações nos exames de sangue. Nos pacientes mais jovens a leucemia linfóide é mais comum, nos paciente idosos a leucemia mielóide é mais frequente.

2 – Como no dia a dia os tutores podem saber se o seu cão pode estar doente?

Observando alteração do comportamento do paciente, principalmente anorexia e perda de peso, mas isso pode ser sintoma de diversas outras doenças. O aumento dos linfonodos costuma ser um sintoma mais característico da leucemia em cães.

3 – A leucemia em cães tem cura, vacina ou tratamento? Se sim, quais são as opções de tratamento?

O paciente com leucemia pode ser tratado com protocolos quimioterápicos, com a associação de alguns fármacos.

4 – Em média quanto tempo dura o tratamento da leucemia em cães?

A resposta ao tratamento é variada, mas alguns pacientes apresentam alguns meses de sobrevida, sendo tratados durante todo o período.

5 – A leucemia em cães é transmissível para outros pets ou para os humanos? Se sim, de que modo?

A leucemia não é transmitida para outros animais ou humanos. E nos cães não tem associação com nenhum vírus de imunodeficiência.

6 – Como evitar que o cão tenha leucemia?

Não existem cuidados específicos para minimizar o risco do paciente canino desenvolver leucemia.

7 – Para finalizar, como deve ser o dia a dia do cão e sua família para que ambos tenham uma qualidade de vida saudável para lidar com essa situação?

O dia-a-dia de um paciente oncológico deve ser o mais normal possível, afim de que a relação de proximidade e companheirismo seja mantida e assim a qualidade de vida.

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